sábado, 27 de novembro de 2010

O Jogo da Vida

O jogo da Vida
Autor: Geilton Alves Da Fonseca

Começando a partida,
olhos atenciosos de observação
1° tempo se inicia,
para conhecer o campo da imaginação.


A vida se torna amiga dos calmos e verdadeiros,
mas a mão que te recebe,
nem sempre te convida ao abraço,
e a boca que te beija da tua face pode fazer pesadelo.


E a doce criatura de coração te leva ao paraíso,
te faz pensar em um mundo bonito,
onde as pessoas se respeitam e se abraçam
sem querer levar vantagem com isso.


O jogo da vida fere,
quando não mata,
cicatriza quando se apaga.

2° tempo se inicia as cartas se abrem,
já conhecemos todo o campo.
Já imaginamos o que está por vir.


Cartas mostram as suas caras,
das mais sinceras,
as envenenadas,
que se conjugam no verbo: Mentir.


Veio a chuva,
virou tempestade,
encharcou o campo,
pisar ficou difícil,
correr para quê? Se Jesus está comigo.
                                        
O jogo da vida criou,
o que se nada tinha,
foi quase impossível combater a mentira,
A mentira criou:
desavenças e solidão.


Se a chuva virou tempestade,
das tempestades surgiram:
relâmpagos e trovões.


2° tempo está nos acréscimos,
com a ajuda das doces criaturas
pude reconquistar o meu espaço,
a verdade veio,
chuva parou,
pisar até descalço,
correr só se for para o abraço.


Do gramado molhado
aprendi o que é a vida,
cresci como ser humano,
correr atrás só se for com Jesus Cristo,
e não há chuvas, trovões e relâmpagos
que atrapalhem nossos caminhos.

Terminou a partida aos 49 do 2° tempo
gramado totalmente seco,
desistir jamais,
virei a partida que estava ao avesso,
porque dentro mim existe um
coração verdadeiro.



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